Referência Técnica
Referência técnica para decisores de TI, gestores de infraestrutura e empresas que contratam link dedicado no Rio de Janeiro. Cada termo inclui link para o conteúdo relacionado.
Acordo contratual que define o nível mínimo de disponibilidade do serviço, geralmente expresso em porcentagem (ex: 99,9%). Inclui penalidades financeiras caso o provedor não cumpra o compromisso.
Ver conteúdo relacionado →Conexão de internet exclusiva para uma empresa, sem compartilhamento de banda com outros usuários. Garante velocidade simétrica, IP fixo e SLA contratual.
Ver conteúdo relacionado →Conexão onde a velocidade de upload é igual à velocidade de download. Essencial para empresas que utilizam VoIP, videoconferência, backup em nuvem e sistemas ERP.
Ver conteúdo relacionado →Endereço IP que não muda a cada conexão. Obrigatório para servidores, VPN, câmeras de segurança, sistemas SCADA e qualquer aplicação que precise ser acessada remotamente.
Ver conteúdo relacionado →Tempo que um pacote de dados leva para ir de um ponto a outro na rede, medido em milissegundos (ms). Latência abaixo de 50ms é ideal para VoIP; abaixo de 20ms para aplicações em tempo real.
Ver conteúdo relacionado →Variação na latência ao longo do tempo. Alto jitter causa degradação em chamadas VoIP e videoconferências. Link dedicado com QoS mantém jitter abaixo de 20ms.
Ver conteúdo relacionado →Conjunto de técnicas que priorizam tipos específicos de tráfego na rede (ex: VoIP tem prioridade sobre downloads). Garante qualidade em aplicações críticas mesmo com alto uso da banda.
Ver conteúdo relacionado →Protocolo de roteamento usado na internet para determinar os melhores caminhos entre redes. BGP multihoming permite que uma empresa tenha múltiplos provedores para redundância total.
Ver conteúdo relacionado →Tecnologia de rede que direciona tráfego com base em etiquetas em vez de endereços IP. Muito usado para interligar filiais (LAN to LAN) com QoS garantido.
Ver conteúdo relacionado →Mecanismo automático de troca para um link de backup quando o link principal falha. Garante continuidade do serviço sem intervenção humana. Tempo de failover típico: 30 a 60 segundos.
Ver conteúdo relacionado →Trecho final da rede que conecta a infraestrutura do provedor até o cliente. É o ponto mais crítico de falha e o que mais impacta a qualidade do serviço.
Ver conteúdo relacionado →Proporção de usuários compartilhando a mesma banda. Link dedicado tem contention ratio 1:1 (exclusivo). Banda larga residencial pode ter 50:1 ou mais.
Ver conteúdo relacionado →Duplicação de componentes críticos da rede para garantir disponibilidade. Pode ser de enlace (dois links físicos), de rota (BGP multihoming) ou de equipamento.
Ver conteúdo relacionado →Serviço pelo qual um provedor permite que o tráfego de outro provedor passe por sua rede para alcançar a internet global. Usado por data centers e grandes provedores.
Ver conteúdo relacionado →Classificação de provedores de internet. Tier 1 tem acesso à internet global sem pagar peering. Tier 2 compra trânsito de Tier 1. Tier 3 é provedor local que compra de Tier 2.
Ver conteúdo relacionado →Acordo entre provedores para trocar tráfego diretamente, sem custos de trânsito. Reduz latência e custo. O PTT Metro RJ é o principal ponto de peering do Rio de Janeiro.
Ver conteúdo relacionado →Rede privada virtual que cria um túnel criptografado sobre a internet pública. Usada para conectar filiais (site-to-site) ou funcionários remotos à rede corporativa.
Ver conteúdo relacionado →Solução que interliga redes locais de diferentes unidades de uma empresa como se fossem uma única rede. Permite compartilhamento de recursos e sistemas internos entre filiais.
Ver conteúdo relacionado →Sistema de supervisão e controle de processos industriais em tempo real. Requer conexão de internet com latência ultra-baixa, IP fixo e SLA 99,9% para operar com segurança.
Ver conteúdo relacionado →Sistema de gestão empresarial hospedado em servidores remotos. Depende de internet estável e simétrica para funcionar. Queda de internet paralisa toda a operação.
Ver conteúdo relacionado →Período em que um serviço fica indisponível. Para empresas, cada hora de downtime de internet pode custar de R$ 5.000 a R$ 150.000 dependendo do setor e do porte.
Ver conteúdo relacionado →Centro de operações de rede que monitora a infraestrutura 24/7. Responsável por detectar e resolver falhas proativamente, antes que o cliente perceba o problema.
Ver conteúdo relacionado →Meio de transmissão que usa luz para transmitir dados. Oferece velocidades de até 100 Gbps, baixíssima latência e imunidade a interferências eletromagnéticas.
Ver conteúdo relacionado →Upload e download com a mesma velocidade contratada. Essencial para empresas que enviam grandes volumes de dados (backup, videoconferência, VoIP, sistemas em nuvem).
Ver conteúdo relacionado →Infraestrutura física onde provedores de internet se conectam para trocar tráfego diretamente. O PTT Metro RJ é operado pelo NIC.br e reduz latência para usuários no Rio.
Ver conteúdo relacionado →Número único que identifica uma rede autônoma na internet. Necessário para implementar BGP e ter múltiplos provedores de trânsito IP.
Ver conteúdo relacionado →Termo em inglês para link dedicado. Conexão de internet exclusiva com banda garantida, SLA contratual e IP fixo. Padrão para empresas que não podem ter instabilidade.
Ver conteúdo relacionado →Infraestrutura principal de rede que transporta grandes volumes de tráfego entre pontos de presença (PoPs). A qualidade do backbone determina a estabilidade do link dedicado.
Ver conteúdo relacionado →Ponto de presença físico de um provedor em uma cidade ou região. Quanto mais PoPs próximos ao cliente, menor a latência e maior a redundância disponível.
Ver conteúdo relacionado →Lei brasileira que regula o tratamento de dados pessoais. Empresas de saúde, financeiro e RH precisam de conexão segura com IP fixo para auditar acessos e garantir conformidade.
Ver conteúdo relacionado →SLA (Service Level Agreement) é o acordo contratual que define a disponibilidade mínima do serviço, geralmente 99,9% ou 99,99%. Se o provedor não cumprir, há penalidades financeiras proporcionais ao tempo de indisponibilidade.
Latência é o tempo de ida e volta de um pacote de dados (medido em ms). Jitter é a variação dessa latência ao longo do tempo. Ambos impactam VoIP e videoconferência: latência alta causa atraso na voz; jitter alto causa distorção e cortes.
Banda simétrica significa que o upload tem a mesma velocidade que o download. É essencial para empresas que usam ERP em nuvem, fazem backup remoto, realizam videoconferências ou operam VoIP — todas essas aplicações exigem boa velocidade de envio de dados.
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